Das histórias nascem histórias

Das histórias nascem histórias
um poema visual de Fernanda Fragateiro
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terça-feira, 21 de maio de 2013

a nêspera


(trabalho do Afonso, para a disciplina de Português, 8º ano)

é que acontece
aos  alunos
que andam na escola
a dar sentido
ao que acontece

sábado, 21 de abril de 2012

palagens


Digo para mim mesma, há uns anos, que só me falta ser educadora de infância.
Ainda serei capaz?
A E., que tem a sorte de passar os dias com nossos filhos e que anda atenta, contou-me, na quinta-feira, a propósito de um menino que se veio queixar de ter levado um chutapé, que o João (um desses nossos filhos) lhe tinha pedido, uma vez, durante a leitura de um livro, se depois podia "mostrar as palagens".
Acho que ficou finalmente inventada a palavra que nos faltava para designar aquilo a que, imprecisamente, andamos a chamar ilustrações.
Era preciso alguém de quatro anos para a inventar!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

mon amour

Destesto a importação de objectivos meramente capitalistas do Valentine's Day.
Além de tudo é expresso sob a forma da maior piroseira possível.
Podíamos adoptar modelos bem mais interessantes, ternos e capazes de promover o sentido do amor profundo (pareço o Daniel Sampaio a falar, mas que se lixe!).
"Mon Amour" de Beatrice Alemagna foi o último livro sobre o amor que comprei. E continuo a amá-lo, como no primeiro dia em que o abri.

sábado, 9 de outubro de 2010

o cavalo

O A. e o V. sabem e gostam de mitologia. Ontem, deitaram-se os dois à meia-noite (o V. enfiado na cama do A.!) para poderem ver até ao fim um filme que o meu irmão lhes deu: Troy.
Acho que o facto de tratarem Aquiles por tu lhes vai ser útil, de qualquer forma, no futuro.
Os bons livros ilustrados que se vão fazendo por aí foram, muito antes dos filmes, os responsáveis pela paixão dos dois pelos deuses.

sábado, 3 de julho de 2010

dias felizes

Nem dá para acreditar que numa única semana se possam juntar tantas emoções!
Na segunda-feira, prestei provas de doutoramento, na Faculdade.
Na terça,levei os manos a colher sangue, fui assistir à defesa da dissertação de mesrado da Sara (e essa sim foi uma defesa!) e à tarde montámos e desmontámos a exposição dos quintArtistas.
Na quarta estive pendurada nos formalismos buroráticos do encerramento do ano lectivo, mas ainda fui comer um sorvete (com ou sem panqueca) ao Café Progresso com os meus três filhotes.
Na quinta tentei meter numa mala tudo o que uma mulher precisa para não se sentir infeliz fora de casa eà noite deitei os três, um a um, com umas boas noites muito especiais.~
Na sexta, levantei-me às quatro e meia da manhã e cheguei a Oxford ao meio dia, depois de um voo, dois combois e um metro.Nada mau!
A cidade é fascinante, sobretudo porque tem uma livraria absolutamente delirante chama Blackwell! E ainda por cima hoje é o dia da Alice! Livros para crianças aos molhos e em saldos.... Por que raio hei-de ter e respeitar as restrições dos voos lowcost?






Embora extenuante, até a Conferência está a ser uma história bem contada, bem escrita, cheia de personagens interessantes e beissímimas ilustrações do que ainda há de mais bonito na Humanidade.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

ilustração para jogar

O especialista em puzzles cá de casa é o V. (além de mim, claro!). Mas o F. está a revelar-se. Depois dos puzzles de poucas e grandes peças, hoje conseguiu fazer sozinho o primeiro puzzle um pouco mais complexo.
Temos uma colecção de puzzles da Djeco, mas este é o mais pequeno.
O meu preferido é este...
Um puzzle comprido (aqui só um pormenor) e cheio de animais felizes.
Mas, há muito mais que puzzles bonitos. Os jogos da Djeco são todos lindos.
E há desde cubos, a jogos de cartas. É um mundo!
Isto para não falar dos papéis para origamis, das máscaras e dos carimbos.

O segredo? Simples. Pôr ilustradores a desenhar os motivos do jogos!
Algumas empresas nacionais podiam lembrar-se disso, não?