Das histórias nascem histórias
um poema visual de Fernanda Fragateiro
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
filhos de mãe
o filho de mil homens é um livro absolutamente espantoso!
daqueles casos em que não há dúvida de que há pessoas diferentes, mesmo homens, ainda que isso de ser diferente (não) seja só para as mulheres.
a capacidade de perscrutação da natureza humana de valter hugo mãe é infinita.
e só não surpreende que seja capaz de escrever tais coisas, porque é capaz de tantas outras coisas.
só um filho poderia escrever coisas assim.
e também assim!
derreti-me. sem mais.
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
frágil
A vida é, decididamente, muito frágil. Mas o que fica dessa fragilidade tem uma força imensa, quando é expresso sob a forma de arte.
O Teatro de Marionetas do Porto é uma estrutura sólida... que deve ter sofrido um enorme abalo com a fragilidade da vida.
Mas a passadeira rolante segue e as caixas não acabam.
Cada momento de "Frágil" é... inesquecível. Como quem o criou.
O Teatro de Marionetas do Porto é uma estrutura sólida... que deve ter sofrido um enorme abalo com a fragilidade da vida.
Mas a passadeira rolante segue e as caixas não acabam.
Cada momento de "Frágil" é... inesquecível. Como quem o criou.
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segunda-feira, 17 de maio de 2010
à luz da sombra
Na sexta-feira, enquanto o papa se passeava pelas ruas do Porto, os meus três filhos estavam em Serralves com a escolinha. Vieram encantados com a exposição de Lourdes Castro/Manuel Zimbro.
O F. explicou:
- A Lourdes Casca não 'tava lá. Só 'tava a senhora, a Filipa (a guia da visita).
Ontem, fui guiada pelo V. na minha primeira (segunda deles) visita à exposição, com o F. sempre a mostrar-me os recantos do museu. Foi fantástico ouvir as explicações do V. sobre cada obra. Nunca tive um guia tão emocionado, bem informado e emocinante, também!
As minhas obras preferidas são, claro, os lençóis bordados...
Mas fiquei fascinada pelo herbário de sombras e pelos trabalhos de Zimbro.
Ver exposições também através dos olhos deles é ainda mais bonito que vê-las só com os meus próprios olhos!
O F. explicou:
- A Lourdes Casca não 'tava lá. Só 'tava a senhora, a Filipa (a guia da visita).
Ontem, fui guiada pelo V. na minha primeira (segunda deles) visita à exposição, com o F. sempre a mostrar-me os recantos do museu. Foi fantástico ouvir as explicações do V. sobre cada obra. Nunca tive um guia tão emocionado, bem informado e emocinante, também!
As minhas obras preferidas são, claro, os lençóis bordados...
Mas fiquei fascinada pelo herbário de sombras e pelos trabalhos de Zimbro.
Ver exposições também através dos olhos deles é ainda mais bonito que vê-las só com os meus próprios olhos!
sábado, 8 de maio de 2010
mantinhas de Klimt
Ensinar, creio, não é mais do que contagiar os outros com aquilo que somos, sabemos, sentimos, acreditamos, gostamos... Há dias, uma aluna perguntou-me:
- A professora gosta mesmo daquilo que faz, não gosta?
- Gosto, claro! Mas porquê?
- Porque se nota... Quando está a mostrar-nos coisas fala assim como se quisesse... que nós nos entusiasmemos...
- É verdade!
E também é verdade que é absolutamente maravilhoso encontrar pessoas pequeninas que nos entendem tão bem. Que se deixam contagiar pelo nosso entusiasmo.
O resultado? Amazing! Ou como dizia Tomé, ver para crer!
- A professora gosta mesmo daquilo que faz, não gosta?
- Gosto, claro! Mas porquê?
- Porque se nota... Quando está a mostrar-nos coisas fala assim como se quisesse... que nós nos entusiasmemos...
- É verdade!
E também é verdade que é absolutamente maravilhoso encontrar pessoas pequeninas que nos entendem tão bem. Que se deixam contagiar pelo nosso entusiasmo.
O resultado? Amazing! Ou como dizia Tomé, ver para crer!
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