Das histórias nascem histórias

Das histórias nascem histórias
um poema visual de Fernanda Fragateiro
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sexta-feira, 21 de junho de 2013

les beaux esprits...

... se rencontrent, (como costuma dizer a minha amiga preferida do mundo) nem que seja nos tapetes.
A foto de capa no FB  oficial do Valter Hugo Mãe.


A  foto do tapete cá de casa.

 
Ele tem cão, eu tenho filhos.
Ele é filho de mil homens, eu sou mãe de mil filhos.
Ele escreve bons livros, eu leio bons livros.
Ele tem bom gosto quando compra tapetes, eu compro tapetes com bom gosto.
Como diria o nosso muito muito Pina e cantam os Gambozinos:
"É muito bom ser diferente
Mas também é bom ser igual
E às vezes ser como toda a gente
É uma forma diferente de se ser diferente
Quando toda a gente é desigual"
(ok, Leonor, tenho 15 anos... e tu róis-te de inveja!)
 



sábado, 9 de março de 2013

a colheita de 71

valter hugo mãe e afonso cruz.
a colheita de 71.

"Não vou descansar até que todos os leitores descubram o Afonso Cruz, Já prometi usar de violência física para obrigar um a um a ler a maravilha que ele escreve.. e não estou a brincar.
Faz-me a alma luxuosa. Passo a ter jóias na imaginação"
(Valter Hugo Mãe)


evergreens é também um luxo. por dentro e por fora.


cá em casa bastou mostrar um bocadinho dos livros e dos discos. e eles ficaram maravilhados.
eu... eu estou completamente dependente.
mas eu sou assim. uma obsessiva.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

filhos de mãe


o filho de mil homens é um livro absolutamente espantoso!
daqueles casos em que não há dúvida de que há pessoas diferentes, mesmo homens, ainda que isso de ser diferente (não) seja só para as mulheres.
a capacidade de perscrutação da natureza humana de valter hugo mãe é infinita.
e só não surpreende que seja capaz de escrever tais coisas, porque é capaz de tantas outras coisas.
só um filho poderia escrever coisas assim.
e também assim!


derreti-me. sem mais.