Das histórias nascem histórias

Das histórias nascem histórias
um poema visual de Fernanda Fragateiro
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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Pina


 O rato ainda é, teórica e restritamente falando, analfabeto.
Mas já sabe bem quem é Pina Baush.
Abençoado analfabetismo o dos ratos!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

é muito bom ser diferente


Em pleno século XXI, neste país, a dança ainda é para meninas e o desporto para rapazes.
Senão veja-se: há duas semanas, nas actividades do GADUP, o A. e V. eram apenas mais dois entre vinte rapazes. Meninas eram só duas!
Esta semana, no Balleteatro, são os dois únicos rapazes entre 11 meninas.
Bom para eles! Estão a aprender, mais uma vez, o que quer dizer o Manuel António Pina quando escreve
"é muito bom ser diferente
mas também é bom ser igual
mas às vezes ser como toda a gente
é uma forma diferente de se ser diferente
porque toda a gente é desigual"
Nada que eles não saibam, mas é sempre bom senti-lo no corpo!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

pina


Ontem fui ao cinema.
E durante 103 minutos deixei-me invadir pela densidade das imagens.
O meu corpo estremeceu por diversas vezes e, tal como os corpos na tela, senti que as emoções nos percorrem da ponta dos dedos das mãos à ponta dos dedos dos pés.
Fiquei com a pergunta de Pina a latejar no corpo. E ando, desde ontem, à procura da resposta.
O que anseio eu?
E a única resposta que encontro em mim é: dançar.
Dançar a dança da vida, em todas as idades.
Na Primavera, no Verão, no Outono, no Inverno.
Todos os dias.
Dançar.
Até que do corpo só me reste a essência.