regressados de seis dias de gambozinices na aldeia, os meus filhos vêm enormes.
enormes de felicidade.
enormes de sentido.
enormes de capacidade para discernirem, os mais velhos, o que a escola lhes não dá.
o que os gambozinos lhes deram e dão e continuarão a dar.
faz sentido uma escola sem sentido?
todas as manhãs me pergunto por que raio os obrigo a ir para uma escola sem sentido.
e a única resposta com que consigo satisfazer-me transitoriamente é: porque terão de ser eles a dar sentido à escola.
faz sentido?
(nem eu própria acredito...)
Das histórias nascem histórias
um poema visual de Fernanda Fragateiro
Mostrar mensagens com a etiqueta aldeia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta aldeia. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 11 de abril de 2013
sábado, 6 de abril de 2013
na aldeia
Seis dias na aldeia.
É assim que começa o terceiro período n'Os Gambozinos.
Aqui a casa está vazia. Lá deve estar cheia.
Como o coração deles.
E o meu.
(esta postagem é dedicada à Claúdia Almendra, por ter reparado em nós)
É assim que começa o terceiro período n'Os Gambozinos.
Aqui a casa está vazia. Lá deve estar cheia.
Como o coração deles.
E o meu.
(esta postagem é dedicada à Claúdia Almendra, por ter reparado em nós)
Subscrever:
Mensagens (Atom)
